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      Meu paciente com NIgA tem proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia, já está em iECA e iSGLT2: devo pensar em imunossupressão?

      Proteinúria entre 0,5–1,0 g/dia na NIgA não é benigna e já se associa a maior risco de progressão renal. A evidência atual reforça <0,5 g/dia como alvo terapêutico, valorizando proteinúria cumulativa e tendência ao longo do tempo. Antes de pensar em imunossupressão, o foco deve ser otimização máxima da terapia de suporte e estratificação cuidadosa de risco.

      Luís Sette

      3 meses atrás

      Amiloidose renal: aspectos sobre patogenia, diagnóstico e proteomica

      Este vídeo apresenta, de forma didática e baseada em evidências, os principais achados da tese de doutorado sobre amiloidose renal, com foco em proteômica glomerular e ativação do complemento. São discutidos aspectos diagnósticos, implicações fisiopatológicas e correlações clínico-patológicas relevantes para a prática do nefrologista. O conteúdo sintetiza dados inéditos de matriz extracelular glomerular e diferencia perfis entre subtipos de amiloidose. Trata-se de um material aprofundado e acessível, ideal para atualização de especialistas na área.

      Valkercyo Feitosa

      4 meses atrás

      A era da remissão na DRC: estamos prontos para assumir essa meta?

      A remissão da DRC deixou de ser conceito teórico: com terapia combinada (iSRAA + SGLT2i + finerenona + GLP-1RA), muitos pacientes podem atingir declínio renal fisiológico e normalização da albuminúria. O artigo de Tangri et al. mostra que até DRC moderada–avançada pode regredir quando tratada agressivamente. Estamos preparados para trocar “retardar progressão” por buscar remissão como meta terapêutica real?

      Luís Sette

      4 meses atrás

      Rituximabe revoluciona o manejo da síndrome nefrótica recorrente em adultos? O novo RCT japonês responde

      O novo RCT japonês (JAMA 2025) mostra que rituximabe reduz em 84% o risco de recaída em adultos com FRNS/SDNS, especialmente na doença de lesões mínimas. Quase 90% permanecem em remissão por 1 ano, e 72% conseguem suspender totalmente o corticoide. O esquema com dose de manutenção na semana 25 surge como novo padrão para controle sustentado da síndrome nefrótica recorrente em adultos.

      Luís Sette

      4 meses atrás

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